Sua empresa respira inovação?

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Daqui alguns dias estaremos em 2022 e não podemos mais falar que estamos em uma empresa que respira inovação, porque não basta respirar, tem que vivenciar e compreender que caso isto não aconteça, pode decretar a morte da sua empresa.

Fato é que as empresas precisam atentar que os produtos que possuem em seu portfólio, sejam novos ou tradicionais, tem um ciclo de vida. Muito se fala na jornada do consumidor, na fórmula AIDA, nas dores dos seus consumidores, mas você já se perguntou sobre o ciclo de vida do seu produto.

Sabemos que existem produtos atemporais, ninguém até hoje conseguiu evoluir um fósforo a ponto de extinguir o produto ou mesmo realizar uma inovação no design dos clips, mas tirando estas exceções todos os produtos passam por um processo interno nas empresas, o momento de renascimento e inovação.

Este momento pode focar tanto na funcionalidade como no posicionamento de marca.

Quando pensamos na funcionalidade, sabemos que a indústria automotiva se destaca ao trabalhar neste conceito, apesar dos milhares de apaixonados por determinada marca ou modelo, quando se percebe que a tal inovação chegou ao seu limite o projeto é eliminado por algo que possa ter maior durabilidade.

E aí vem outro ponto. Esqueça produtos que duraram 40 anos no portfolio de uma empresa. O tempo urge e as inovações acontecem cada vez de forma mais rápida. O conhecido ciclo de evolução precisa ser revisto mais vezes e decretar o final de um produto pode ser a salvação de uma empresa.

Meu produto precisa morrer?

Calma, muitas empresas estão exportando seus produtos para um outro nível, ou seja, você deixa de vender o produto e passa a vender o conceito.

Exemplo disto é a Lego. A empresa de blocos de construir saiu do mundo infantil com peças clássicas e apostou alto em estratégias como criar museus, parques temáticos, filmes, games e no último ano assinando peças de design.  Deixou de ser um bloco de construção e passou a simbolizar um estilo de vida.

Outra que assumiu um novo papel na sua forma de interagir com o público e sendo um case tradicional das escolas é a HAVAIANAS. A empresa que estava destinada a ser um “chinelo popular” retrabalhou seus conceitos, sem mudar a sua essência – um chinelo de borracha com tiras, mas extrapolou o universo atingindo hoje um segmento maior de produtos e assinando diferentes linhas de produtos.

Por isso em 2022 respire inovação, pense fora da caixa, extrapole seus neurônios!  O mundo novo está se abrindo para todos nós.  FELIZ ANO REALMENTE NOVO!

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